terça-feira, 5 de outubro de 2010

Três Anos... Digo, Três Meses!

Das Lieber #AdA
No dia 01/10/10 completamos três anos... digo, três meses, que para mim a conta sempre será essa, desejando que cada mês seja ano, e que cada ano seja uma década. Amém!  
Tinha anunciado tanto essa data que até  antecipei  os parabéns de sexta para quinta, tamanha a ansiedade!

Mas qual é o disparate para comemorar três meses desse jeito? (uma vez que esse período é recheado de frissons e grudinhos?!) A resposta é simples, nosso planejamento para curtíssimo, curto, médio e longo prazo. Para ilustrar esse meu curtissimo prazo, cito Dead Fish dos meus áureos tempos de punk rock (quando ela souber desse meu pé no mais genuíno rock underground, me larga..rsrs):  "há urgência em estar vivo!”

Desde que começamos nosso namoro, e até muito antes disso, venho tendo uma série de pequenos contratempos - “perhaps” - em família, que recentemente cuminaram em minha saída de casa, e, uma brevíssima temporada na casa de meu pai, que também não é lá essas coisas...

Esses entraves têm roubado e exigido minha atenção mais do que o normal, não tenho conseguido me concentrar (o que já não é fácil para mim dada à minha hiperatividade), tocar meus projetos, estudos e, às vezes, até o próprio relacionamento. Sinto-me estagnada, mas graças a ela venho recobrando os sentidos e encarando tudo, sem medo de ser feliz. 

Não, La não é minha fuga da realidade, ela é a própria realidade. É o motivo diário para que as coisas sejam planejadas, melhoradas, que finalmente aconteçam, e só tenho a agradecer por ela existir.

Parabéns pra nós e muitos séculos de vida...

Por Mariana Ferreira

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Corações Alvinegros!

Ah, o futebol! Paixão universal, sexto elemento "natural" da humanidade, capaz de mobilizar multidões e ser instrumento politico, vide governo Médici nos anos 70, que fez da Copa do México sua "menina dos olhos".

Mesmo sem querer ou sem 'gostar' todo mundo sabe alguma coisinha que seja e com os monstros não seria diferente neh? Tanto para mim quanto para Lari, futebol pulsa em nossos corações, como quando nos apaixonamos. Essa paixão é uma das inúmeras coisas que temos na nossa interminável lista de coisas em comum, e olha que não são poucas, aos poucos a destrincharemos nos seguintes posts.

Ao mesmo passo que o futebol é um traço de afinidade, nos faz divergir quanto qual escudo carregamos no coração. Nenhum casal é perfeito...

Os corações alvinegros, eu botafoguense e ela vascaína, fizeram dessa clássica e eterna rivalidade um álibi para nos unir (ainda mais, é bem verdade). Rimos, nos chateamos quando nossos times perdem, até nos provocamos e o melhor, JUNTAS! E juntas também torcemos uma pelo time da outra, no fim quem ganha somos nós que temos mais esse amor para compartilhar.

Assim sendo, haja coração, como eternizou Galvão, para amar o futebol com doses dupla de emoção. Dá-lhe Fogão, dá-lhe vascão! Nós te amamos!